Dom Delson parabeniza Dom Dulcênio pela nomeação como Bispo de Campina Grande (PB)

Dom Delson parabeniza Dom Dulcênio pela nomeação como Bispo de Campina Grande (PB)

O Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Manoel Delson, parabeniza Dom Dulcênio Fontes de Matos pela nomeação feita pelo Papa Francisco para ser o novo Bispo da Diocese vacante de Campina Grande (PB).

Festa de Nossa Senhora de Fátima é realizada em Caruaru

Festa de Nossa Senhora de Fátima é realizada em Caruaru

A Festa de Nossa Senhora de Fátima será realizada a partir deste sábado (14) em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. A programação segue até o dia 22 de outubro com missas, quermesse, procissões e apresentações culturais. O tema desse ano é "Temos Mãe, mestra do anúncio, profecia do amor". A paróquia que tem a santa como padroeira é localizada na Avenida Caruaru, no bairro Boa Vista. A matriz é...

No Dia Mundial da Alimentação, Papa visita sede da FAO em Roma

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Nesta segunda-feira, 16, Dia Mundial da Alimentação, o Papa Francisco visitou a sede do Fundo das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), em Roma. O tema da data deste ano é: Mudar o futuro da migração. Investir na segurança alimentar e no desenvolvimento rural.

Papa Francisco canonizou 30 brasileiros neste domingo

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  Em cerimônia presidida pelo Papa Francisco na manhã deste domingo, 15 de outubro, na Praça São Pedro, foram canonizados os mártires de Cunhaú e Uruaçu, os Protomártires do México – considerados os primeiros mártires do continente americano – além do sacerdote espanhol Faustino Míguez, fundador do Instituto Calasanzio, Filhas da Divina Pastora, e do Frade Menor Capuchinho italiano Angelo...

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  • Festa de Nossa Senhora de Fátima é realizada em Caruaru

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Notícias da Diocese

16-10-2017 Paroquiais                           Programação completa da Festa de Nossa Senhora de Fátima: Sábado (14)18h30: Recitação do terço e procissão19h: Hasteamento das bandeiras19h30: Celebração Eucarística presidida pelo Pe. Zenilson TiburcioQuermesse: Pastoril de Maria Rosa e Marlene do Forró Domingo (15)19h: Recitação do terço19h30: Concelebração Eucarística presidida pelo Pe. Paulo FernandesQuermesse: Rosimar Lemos Segunda-feira (16)19h: Recitação do terço19h30: Concelebração Eucarística presidida pelo Pe. JoseilsonQuermesse: Sivanildo e Sivonaldo Terça-feira (17)19h: Recitação do terço19h30: Concelebração Eucarística presidida pelo Pe. Kennedy AmorimQuermesse: Luciano Júnior Quarta-feira (18)19h: Recitaçao do terço19h30: Concelebração Eucarística presidida pelo Pe. Carlos AugustoQuermesse: Cacá do Arcordeom Quinta-feira (19)19h: Recitação do terço19h30: Concelebração Eucarística presidida pelo Pe. Miguel AngeloQuermesse: Forró Capital Nordestina Sexta-feira (20)19h: Recitação do terço19h30: Concelebração Eucarística presidida pelo Pe. José AdemiltonQuermesse: Diácono Carlos Genê Sábado (21)19h: Recitação do terço19h30: Concelebração Eucarística presidida pelo Frei MarceloQuermesse: Decisão do Pastoril de Maria Rosa e DJ Rony Domingo (22) - Dia da Festa6h: Alvorada Festiva, canto do Ofício de Nossa Senhora e café da manhã9h: Celebração Eucarística e Primeira Eucaristia presidida pelo Pe. Janailton Alves11h: Batizados18h: Solene procissão com a imagem de Nossa Senhora de Fátima19h: Solene Concelebração Eucarística presidida pelo bispo diocesano, Dom Bernardino MarchióQuermesse: Larissa e Laura  

Festa de Nossa Senhora de Fátima é realizada em Caruaru

A Festa de Nossa Senhora de Fátima será realizada a partir deste sábado (14) em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. A pro...

13-10-2017 Diocesanas • José Lucas Carlos Pinheiro, nascido em Gravatá aos 11/02/1998 • Jonathan Alifer Albuquerque da Silva, nascido em Apucarana - PR aos 07/06/1996 • Carlos, de Camocim de São Felix  afastaram - se da Igreja Católica, Apostólica, Romana e vem confundindo o povo com roupas litúrgicas da Igreja Católica, afirmando que celebram Missa e outros sacramentos, numa inequívoca afronta a legislação vigente notadamente o Artigo 7° do Decreto n. 7.107, de 11/02/2010 (Acordo Brasil – Santa Sé), que “garante a proteção dos lugares de culto da Igreja e de suas liturgias, símbolos, imagens, e objetos cultuais, contra toda forma de violação, desrespeito e uso ilegítimo” Conclamamos os fiéis Católicos a permanecerem em comunhão com a Igreja Católica, com o Papa Francisco e com o Bispo Diocesano, e, portanto, a não participarem de celebrações por eles promovidas, pois as mesmas não têm nenhum valor religioso ou sacramental. O Código de direito canônico preceitua que, “quem não é promovido à ordem sacerdotal e simula a administração de um sacramento, seja punido com justa pena” (Cân. 1378 e 1379). Declaramos também que se os mesmos manifestarem o desejo de voltar à Igreja Católica, onde foram batizados, renovando com declaração publica o propósito de aderir à disciplina da Igreja Católica, poderão ser readmitidos à comunhão eclesial, após um período de renovação espiritual.  Cúria Diocesana de Caruaru, 13 de outubro de 2017 Pe. Emerson Mozart da Silva Chanceler da CúriaDom Bernardino Marchió  Bispo diocesano de Caruaru  

Comunicado Cúria Diocesana de Caruaru

A Diocese de Caruaru reconhece e respeita o direito constitucional à liberdade religiosa do nosso país. Todavia, tendo r...

09-10-2017 Diocesanas Estiveram presentes o bispo diocesano de Caruaru, Dom Bernardino Marchió, os pais do padre Emerson, os padres Luiz Antônio e Sandro, além de alguns convidados. A mesa foi composta pelo professor Dr. Degislando Nóbrega, professor Dr. Frei Luiz Vieira, professor Diácono Dr. Sérgio Vasconcelos. O título da dissertação foi: A Igreja-Povo de Deus na perspectiva teológica de Joseph Ratzinger. Uma eclesiologia a partir do retorno "às fontes". Em seguida ele fez sua defesa e foi sabatinado pela banca, onde foi aprovado. Parabéns ao agora Mestre em teologia Pe. Emerson Mozart da Silva.  

Defesa de mestrado do Pe. Emerson Mozart

Ocorreu na manhã desta segunda (9/10), na Universidade Católica de Pernambuco, em Recife - PE, a defesa do Mestrado em T...

09-10-2017 Diocesanas O evento começou com a bênção dos animais, na paróquia do São Francisco. Dezenas de fiéis levaram cães, gatos e pássaros para serem abençoados na frente da igreja, que leva o nome do santo protetor dos animais. A ação faz parte da semana de comemoração dos 65 anos da paróquia. Na sequência, foi feita uma caminhada pelas ruas do bairro em direção ao Parque Ecológico do São Francisco, onde o bispo de Caruaru, Dom Bernardino Marchió, falou da importância da caminhada, que culminou com a plantação de 200 mudas para recuperar a mata ciliar do rio. "O Papa Francisco escreveu uma carta encíclica que dizia 'louvado seja'. E o papa diz que Deus ensina a cuidar da natureza e da nossa fé. São Francisco fez tudo isso. Ele é padroeiro da ecologia porque seguia o que Deus dizia. Queria destacar sobretudo a presença das crianças, pois elas são o futuro", disse o bispo. O presidente da ONG, Henrique Andrade, lembrou da importância do rio e o que ele representa para o município. "Temos que lembrar que o Ipojuca é o segundo maior rio de Pernambuco, mas o terceiro mais poluído do Brasil. Essa ação é simbólica, mas quem sabe num curto espaço de tempo vamos ter todas as margens do Ipojuca, pelo menos em Caruaru, recuperadas", ressaltou. Fonte: https://g1.globo.com/pe/caruaru-regiao

ONG planta 200 mudas para ajudar na recuperação da mata ciliar do rio Ipojuca

Na manhã deste domingo (8) a ONG SOS Rio Ipojuca, em parceria com a Igreja Católica, realizou um ato para ajudar na re...

Notícias Mundo Católico

16-10-2017 Mundo Católico “No dia em que completa 153 anos, a cidade de Campina Grande (PB) recebe um belo presente do Papa: a nomeação de um novo Bispo. Dom Dulcênio vem para a Paraíba ficar à frente da Diocese que me acolheu muito bem, e que me deixou saudades quando da minha transferência para João Pessoa. Fiz uma grande família em Campina. E essa família, com as graças e bênçãos de Deus, vai acolher Dom Dulcênio com muito ardor, na certeza de um frutuoso trabalho episcopal. Venha, Dom Dulcênio, para essa terra que tão bem acolhe os seus pastores”, fala Dom Delson. Sobre Dom Dulcênio: Era, até então, Bispo de Palmeira dos Índios (AL). Atualmente com 59 anos de idade, é natural de Lagarto (SE). Licenciado em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará e em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (RJ). Foi ordenado sacerdote em 14/12/1985, em Lagarto. Cursou Especialização em Filosofia e Epistemologia da Psicologia, pela UVC Ceará, de 1997 a 1998. Dom Dulcênio foi nomeado bispo em 18/04/2001. A posse foi em 16/06/2001, em Estância (SE). Exerceu a função de Bispo Auxiliar de Aracaju (SE), de 2001 a 2006. Estava há 11 anos à frente da Diocese de Palmeira dos Índios. De: Eisenhower Almeida de Albuquerque.Assessor de Imprensa/Comunicação da Arquidiocese da Paraíba.

Dom Delson parabeniza Dom Dulcênio pela nomeação como Bispo de Campina Grande (PB)

O Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Manoel Delson, parabeniza Dom Dulcênio Fontes de Matos pela nomeação feita p...

16-10-2017 Mundo Católico Após agradecer ao diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, e demais autoridades, o Papa recordou, em seu discurso, que em 16 de outubro de 1945, os governos decidiram eliminar a fome no mundo através do desenvolvimento do setor agrícola, instituindo a FAO. Nessa época, havia uma grave insegurança alimentar e grandes deslocamentos da população, recordou o Pontífice, com milhões de pessoas procurando sobreviver à miséria e às adversidades causadas pela guerra. Ainda hoje, a realidade exige, segundo pontuou o Papa, maior responsabilidade para garantir a alimentação a todos. “A realidade atual exige uma maior responsabilidade em todos os níveis, não só para garantir a produção necessária ou a distribuição equitativa dos frutos da terra – isso deve ser dado por certo – mas sobretudo para garantir o direito de todo ser humano de alimentar-se segundo as próprias necessidades, participando das decisões que o afetam e na realização das próprias aspirações, sem ter que se separar de seus entes queridos”. Francisco ressaltou que, diante de tal objetivo, está em jogo a credibilidade de todo o sistema internacional. “Sabemos que a cooperação está cada vez mais condicionada por compromissos parciais, limitando inclusive a ajuda nas emergências. Também as mortes por causa da fome e o abandono da própria terra são notícias comuns, com o perigo da indiferença. Precisamos urgentemente encontrar novas maneiras de transformar as possibilidades que dispomos numa garantia que permita a cada pessoa encarar o futuro com confiança, e não apenas com alguma ilusão”. O Santo Padre mencionou ainda que o cenário das relações internacionais mostra uma capacidade crescente de responder às expectativas da família humana. E isso também com a contribuição da ciência e da tecnologia que, ao estudarem os problemas, propõem soluções adequadas. “No entanto, essas novas conquistas não conseguem eliminar a exclusão de grande parte da população mundial: quantos são vítimas de desnutrição, de guerras e mudanças climáticas! Quantos precisam de trabalho ou de bens necessários e são obrigados a abandonar suas terras, expondo-se a muitas e terríveis formas de exploração. Valorizar a tecnologia para o desenvolvimento é certamente um caminho a seguir, desde que sejam tomadas ações concretas para reduzir o número de pessoas que passam fome ou para controlar o fenômeno da migração forçada”. Segundo o Papa, é preciso ir à raiz do problema para enfrentar a relação entre fome e migração. Nesse sentido, ele disse que os estudos realizados pela ONU, como aqueles feitos por outras organizações da sociedade civil, apontam para dois obstáculos a serem superados: conflitos e mudanças climáticas. “Como os conflitos podem ser superados? O direito internacional nos indica os meios para preveni-los ou resolvê-los rapidamente, evitando que se prolonguem e produzam fome e destruição do tecido social. Pensemos nas populações martirizadas por guerras que duram décadas e que poderiam ter sido evitadas, propagando efeitos desastrosos e cruéis como a insegurança alimentar e o deslocamento forçado de pessoas”. O Santo Padre voltou a defender a necessidade de diálogo e de boa vontade para frear os conflitos e um compromisso total contra o desarmamento gradual e sistemático, conforme previsto pela ONU. “Do que adianta denunciar que por causa dos conflitos milhões de pessoas são vítimas da fome e da desnutrição, se não agimos de forma eficaz em favor da paz e do desarmamento?”, questionou.

No Dia Mundial da Alimentação, Papa visita sede da FAO em Roma

Nesta segunda-feira, 16, Dia Mundial da Alimentação, o Papa Francisco visitou a sede do Fundo das Nações Unidas para A...

16-10-2017 Mundo Católico Na parábola, porém, nunca se fala da noiva, mas de muitos convidados, desejados e esperados: são eles que trazem o vestido nupcial. Tais convidados somos nós, todos nós, porque o Senhor deseja «celebrar as bodas» com cada um de nós. As núpcias inauguram uma comunhão total de vida: é o que Deus deseja ter com cada um de nós. Por isso o nosso relacionamento com Ele não se pode limitar ao dos devotados súbditos com o rei, ao dos servos fiéis com o patrão ou ao dos alunos diligentes com o mestre, mas é, antes de tudo, o relacionamento da noiva amada com o noivo. Por outras palavras, o Senhor deseja-nos, procura-nos e convida-nos, e não se contenta com o nosso bom cumprimento dos deveres e a observância das suas leis, mas quer uma verdadeira e própria comunhão de vida connosco, uma relação feita de diálogo, confiança e perdão. Esta é a vida cristã, uma história de amor com Deus, na qual quem toma gratuitamente a iniciativa é o Senhor e nenhum de nós pode gloriar-se de ter a exclusividade do convite: ninguém é privilegiado relativamente aos outros, mas cada um é privilegiado diante de Deus. Deste amor gratuito, terno e privilegiado, nasce e renasce incessantemente a vida cristã. Podemos interrogar-nos se, ao menos uma vez por dia, confessamos ao Senhor o amor que Lhe temos; se, entre tantas palavras de cada dia, nos lembramos de Lhe dizer: «Amo-Vos, Senhor. Vós sois a minha vida». Com efeito, se se perde de vista o amor, a vida cristã torna-se estéril, torna-se um corpo sem alma, uma moral impossível, um conjunto de princípios e leis a respeitar sem um porquê. Ao contrário, o Deus da vida espera uma resposta de vida, o Senhor do amor espera uma resposta de amor. No livro do Apocalipse Ele, dirigindo-Se a uma das Igrejas, faz-lhe concretamente esta censura: «Abandonaste o teu primitivo amor» (2, 4). Aqui está o perigo: uma vida cristã rotineira, onde nos contentamos com a «normalidade», sem zelo nem entusiasmo e com a memória curta. Em vez disso, reavivemos a memória do primitivo amor: somos os amados, os convidados para as núpcias, e a nossa vida é um dom, sendo-nos dada em cada dia a magnífica oportunidade de responder ao convite. Mas o Evangelho adverte-nos: o convite pode ser recusado. Muitos convidados disseram que não, porque estavam presos aos próprios interesses: «eles, sem se importarem – diz o texto –, foram um para o seu campo, outro para o seu negócio» (Mt 22, 5). Uma palavra reaparece: seu; é a chave para entender o motivo da recusa. De facto, os convidados não pensavam que as núpcias fossem tristes ou chatas, mas simplesmente «não se importaram»: viviam distraídos com os seus interesses, preferiam ter qualquer coisa em vez de se comprometer, como o amor exige. Vemos aqui como se afasta do amor, não por malvadez, mas porque se prefere o seu: as seguranças, a autoafirmação, as comodidades… Então reclinamo-nos nas poltronas dos lucros, dos prazeres, de qualquer passatempo que nos faça estar um pouco alegres. Mas deste modo envelhece-se depressa e mal, porque se envelhece dentro: quando o coração não se dilata, fecha-se, envelhece. E quando tudo fica dependente do próprio eu – daquilo com que concordo, daquilo que me serve, daquilo que pretendo –, tornamo-nos rígidos e maus, reagimos maltratando por nada, como os convidados do Evangelho que chegam ao ponto de insultar e até matar (cf. v. 6) aqueles que levaram o convite, apenas porque os incomodavam. Assim, o Evangelho pergunta-nos de que parte estamos: da parte do próprio eu ou da parte de Deus? Pois Deus é o oposto do egoísmo, da autorreferencialidade. Como nos diz o Evangelho, perante as contínuas recusas, os fechamentos em relação aos seus convites, Ele prossegue, não adia a festa. Não se resigna, mas continua a convidar. Vendo os «nãos», não fecha a porta, mas inclui ainda mais. Às injustiças sofridas, Deus responde com um amor maior. Nós muitas vezes, quando somos feridos por injustiças e recusas, incubamos ressentimento e rancor. Ao contrário Deus, ao mesmo tempo que sofre com os nossos «nãos», continua a relançar, prossegue na preparação do bem mesmo para quem faz o mal. Porque assim é o amor, faz o amor; porque só assim se vence o mal. Hoje, este Deus que não perde jamais a esperança, compromete-nos a fazer como Ele, a viver segundo o amor verdadeiro, a superar a resignação e os caprichos de nosso «eu» suscetível e preguiçoso. Há um último aspeto que o Evangelho destaca: o vestido dos convidados, que é indispensável. Com efeito, não basta responder uma vez ao convite, dizer «sim» e… chega! Mas é preciso vestir o costume próprio, é preciso o hábito do amor vivido cada dia. Porque não se pode dizer «Senhor, Senhor», sem viver e praticar a vontade de Deus (cf. Mt 7, 21). Precisamos de nos revestir cada dia do seu amor, de renovar cada dia a opção de Deus. Os Santos canonizados hoje, sobretudo os numerosos Mártires, indicam-nos esta estrada. Eles não disseram «sim» ao amor com palavras e por um certo tempo, mas com a vida e até ao fim. O seu hábito diário foi o amor de Jesus, aquele amor louco que nos amou até ao fim, que deixou o seu perdão e as suas vestes a quem O crucificava. Também nós recebemos no Batismo a veste branca, o vestido nupcial para Deus. Peçamos a Ele, pela intercessão destes nossos irmãos e irmãs santos, a graça de optar por trazer cada dia esta veste e de a manter branca. Como consegui-lo? Antes de mais nada, indo sem medo receber o perdão do Senhor: é o passo decisivo para entrar na sala das núpcias e celebrar a festa do amor com Ele. Fonte: CNBB  

Papa Francisco canonizou 30 brasileiros neste domingo

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15-10-2017 Mundo Católico Após ser cantado o Veni Creator, o Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, acompanhado pelos Postuladores das Causas, dirigiu-se até o Santo Padre pedindo para que se procedesse à canonização dos Beatos, com a leitura de seus nomes. A seguir, foi lida uma breve biografia dos novos Santos e entoada a Ladainha de todos os Santos, pedindo que por meio da Virgem Maria e de todos os Santos seja sustentado o ato que está para ser cumprido. Por fim, o Santo Padre leu a fórmula de canonização. Homilia Se se perde o amor de vista, “a vida cristã torna-se estéril, torna-se um corpo sem alma, uma moral impossível, um conjunto de princípios e leis a serem respeitadas sem um porquê”. Inspirando-se no Evangelho de Mateus proposto pela Liturgia do dia, o Papa recorda em sua homilia que ”o Reino de Deus é comparável a uma Festa de Núpcias”. Nós, “somos os amados, os convidados” para estas núpcias, mas “o convite pode ser recusado”. Neste sentido, somos chamados a “renovar a cada dia a opção de Deus”, vivendo segundo o amor verdadeiro, superando a resignação e os caprichos de nosso eu”. Nós somos os convidados Francisco inicia sua reflexão explicando que o protagonista da festa de núpcias “é o filho do rei, o noivo, no qual facilmente se vislumbra Jesus”. Mas na parábola, não se fala da noiva, “mas de muitos convidados, desejados e esperados: são aqueles que trazem as vestes nupciais: “Tais convidados somos nós, todos nós, porque o Senhor deseja «celebrar as bodas» com cada um de nós. As núpcias inauguram uma comunhão total de vida: é o que Deus deseja ter com cada um de nós. Por isso o nosso relacionamento com Ele não se pode limitar ao dos devotados súditos com o rei, ao dos servos fiéis com o patrão ou ao dos alunos diligentes com o mestre, mas é, antes de tudo, o relacionamento da noiva amada com o noivo”. Vida cristã é uma história de amor com Deus Em outras palavras – explica Francisco – o Senhor “não se contenta com o nosso bom cumprimento dos deveres e a observância de suas leis, mas quer uma verdadeira comunhão de vida conosco, uma relação feita de diálogo, confiança e amor”: “Esta é a vida cristã, uma história de amor com Deus, na qual quem toma gratuitamente a iniciativa é o Senhor e nenhum de nós pode gloriar-se de ter a exclusividade do convite: ninguém é privilegiado relativamente aos outros, mas cada um é privilegiado diante de Deus. Deste amor gratuito, terno e privilegiado, nasce e renasce incessantemente a vida cristã”. Francisco pergunta porém, se em nosso dia-a-dia nos recordamos de dizer “ao menos uma vez”, “Senhor, vos amo. Vós sois a minha vida”: “Com efeito, se se perde de vista o amor, a vida cristã torna-se estéril, torna-se um corpo sem alma, uma moral impossível, um conjunto de princípios e leis a respeitar sem um porquê. Ao contrário, o Deus da vida espera uma resposta de vida, o Senhor do amor espera uma resposta de amor”. Reavivar a memória do primeiro amor O Papa alerta para o perigo “de uma vida cristã rotineira, onde nos contentamos com a «normalidade», sem zelo nem entusiasmo e com a memória curta”. Neste sentido, somos chamados a reavivar a memória do primeiro amor: “somos os amados, os convidados para as núpcias, e a nossa vida é um dom, sendo-nos dada em cada dia a magnífica oportunidade de responder ao convite”. A recusa do convite Mas este convite pode ser recusado. O Evangelho – observa o Papa – relata que muitos convidados disseram não, pois “estavam presos aos próprios interesses”, “ao seu campo, ao seu negócio”. A palavra “seu” – frisa Francisco – “é a chave para entender o motivo da recusa”. Nos afastamos do amor, “não por malvadez”, mas porque se prefere “as seguranças, a autoafirmação, as comodidades”: “Então reclinamo-nos nas poltronas dos lucros, dos prazeres, de qualquer passatempo que nos faça estar um pouco alegres. Mas deste modo envelhece-se depressa e mal, porque se envelhece dentro: quando o coração não se dilata, fecha-se. E quando tudo fica dependente do próprio eu – daquilo com que concordo, daquilo que me serve, daquilo que pretendo –, tornamo-nos rígidos e maus, reagimos maltratando por nada, como os convidados do Evangelho que chegam ao ponto de insultar e até matar aqueles que levaram o convite, apenas porque os incomodavam”. Deus é o oposto do egoísmo “Deus é o oposto do egoísmo, da autorreferencialidade”, pois diante de nossas contínuas recusas e fechamentos, “não adia a festa. Não se resigna, mas continua a convidar”: “Vendo os «nãos», não fecha a porta, mas inclui ainda mais. Às injustiças sofridas, Deus responde com um amor maior. Nós muitas vezes, quando somos feridos por injustiças e recusas, incubamos ressentimento e rancor. Ao contrário Deus, ao mesmo tempo que sofre com os nossos «nãos», continua a relançar, prossegue na preparação do bem mesmo para quem faz o mal. Porque assim faz o amor; porque só assim se vence o mal”. Hoje – portanto – “este Deus que não perde jamais a esperança, nos compromete a fazer como ele, a viver segundo o amor verdadeiro, a superar a resignação e os caprichos de nosso “eu” suscetível e preguiçoso". As vestes dos convidados O Papa destaca então, um último aspecto do Evangelho do dia: “as vestes dos convidados, que são indispensáveis”. Ou seja, não basta responder ao convite dizendo sim e basta, “mas é preciso vestir” “o hábito do amor vivido cada dia”, porque “não se pode dizer “Senhor, Senhor”, sem viver e praticar a vontade de Deus. Precisamos nos revestir a cada dia do seu amor, de renovar a cada dia a opção de Deus”: “Os Santos canonizados hoje, sobretudo os numerosos Mártires, indicam-nos esta estrada. Eles não disseram «sim» ao amor com palavras e por um certo tempo, mas com a vida e até ao fim. O seu hábito diário foi o amor de Jesus, aquele amor louco que nos amou até ao fim, que deixou o seu perdão e as suas vestes a quem O crucificava. Também nós recebemos no Batismo a veste branca, o vestido nupcial para Deus.” Perdão do Senhor, passo decisivo para entrar na sala das núpcias Que “peçamos a Ele, pela intercessão destes nossos irmãos e irmãs santos, a graça de optar por trazer cada dia esta veste e de a manter branca”, o que é possível, “antes de mais nada, indo sem medo receber o perdão do Senhor, o passo decisivo para entrar na sala das núpcias e celebrar a festa do amor com Ele”. (JE) (from Vatican Radio)

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A Igreja tem 35 novos Santos, e entre eles, 30 brasileiros. Em cerimônia presidida pelo Papa Francisco na manhã deste ...

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    19 Out 2017 : São Paulo da Cruz Não abandonou o hábito preto, a cruz branca e as duras penitências, como se alimentar de pão e água e dormir no chãoNasceu em Ovada (Itália) em 1694, de piedosos pais, que muito educaram o filho no Cristianismo. Foi o segundo de 16[…]

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