Cantata Natalina 2017

Cantata Natalina 2017

Aconteceu na noite deste domingo (10/12/2017), mais uma cantata natalina no Palácio Episcopal. O evento que tem tradição na cidade de Caruaru, contou com a apresentação de vários corais e é claro a presença de um bom público. Estiveram presentes o bispo da Diocese de Caruaru, Dom Bernardino Marchió, a prefeita do município, Raquel Lyra, além de alguns vereadores, secretários e assessores do...

Nomeações e transferências 2017

Nomeações e transferências 2017

  Caruaru, 28 de novembro de 2017 Ao Clero e ao Povo de Deus da Diocese de Caruaru Irmãos presbíteros e Diáconos, Irmãs e Irmãos da Vida Religiosa, Queridos Leigos e Leigas "sal da terra e luz do mundo": Há quase 15 anos estou na Diocese e posso afirmar que a minha alegria e a minha esperança sempre cresceram e se multiplicaram graças à nossa convivência fraterna! Nesta nossa Igreja...

Paróquia de Nossa Senhora das Graças - Gravatá - PE realiza missa de desagravo

Paróquia de Nossa Senhora das Graças - Gravatá - PE realiza missa de desagravo

Ontem por volta das 21h, vândalos atearam fogo em alguns pneus por trás da imagem de Nossa Senhora das Graças, que fica localizada na ponte Cascavel na BR - 232 (Serra das Russas). Alguns motoristas que passavam pela ponte ontem à noite perceberam que a imagem estava em chamas, e acionaram o corpo de bombeiros que foi até o local e apagaram o fogo. Por causa deste ocorrido, hoje às 16h, onde...

Festa de Nossa Senhora das Graças - Nova Caruaru

Festa de Nossa Senhora das Graças - Nova Caruaru

  Com o tema, Somos da Imaculada, tem início hoje e irá até o dia 26 de novembro, no bairro da Nova Caruaru, a Festa de Nossa Senhora das Graças. As celebrações começam sempre com a recitação do Santo Terço às 19h e em seguida Santa Missa. Hoje na abertura o presidente da celebração será o Frei Lopes (Paróquia do Convento). Várias atrações irão se apresentar este ano logo após as missas,...

  • Cantata Natalina 2017

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  • Nomeações e transferências 2017

    Nomeações e transferências 2017

  • Paróquia de Nossa Senhora das Graças - Gravatá - PE realiza missa de desagravo

    Paróquia de Nossa Senhora das Graças - Gravatá - PE realiza missa de desagravo

  • Festa de Nossa Senhora das Graças - Nova Caruaru

    Festa de Nossa Senhora das Graças - Nova Caruaru

Notícias da Diocese

11-12-2017 Diocesanas

Cantata Natalina 2017

Aconteceu na noite deste domingo (10/12/2017), mais uma cantata natalina no Palácio Episcopal. O evento que tem tradiç...

29-11-2017 Diocesanas A fé, a criatividade e a perseverança dos padres, diáconos, religiosas, religiosos e dos ministros leigos e leigas revitalizam continuamente as Paróquias e Áreas Pastorais. Temos uma multidão de discípulos missionários que anunciam o Evangelho! Vejam, por exemplo, os padres diocesanos: são um total de 69! Destes, 61 trabalham nas Paróquias e Áreas Pastorais; 04 são eméritos e rezam por nós; 04 estão em missão fora da Diocese (02 na Amazônia, 01 na Nunciatura em Brasília e 01 para estudo em Roma) e 05 seminaristas se preparam para serem ordenados em 2018. Evangelizam também conosco os Capuchinhos, os Carmelitas, os Monges do Mosteiro da Escuta e outros presbíteros presentes na vida diocesana. Tudo isso confirma que o Senhor abençoa o Seminário com muitas vocações.Hoje tenho uma tarefa importante para a vida do Povo de Deus: muitos diocesanos rezaram e até sofreram por este momento! Reconheço que não é fácil atender a todas as necessidades e pedidos, mas tudo foi decidido depois de muita reflexão, oração e diálogo.Confira os novos serviços que alguns padres vão assumir: 1. Mons. José Heleno dos Santos: Tribunal Eclesiástico Regional e Diocesano2. Pe. Zenilson Tibúrcio da Silva: Pároco Nossa Senhora das Dores - Catedral3. Pe. José Silvano Onofre de Amorim: Vigário Paroquial da Catedral4. Pe. Alexsandro Jorge da Silva: Administrador P. São José Petrópolis (Caruaru)5. Mons. José Roque do Nascimento: Pároco de São Francisco (Caruaru)6. Pe. Janailton Alves dos Santos: Pároco de Nossa Senhora da Conceição (Toritama )7. Pe. Manoel Francisco Xavier (Pe. Bianchi): Pároco N. Senhora de Fátima (Caruaru)8. Pe. Antônio Ivemar da Silva Pontes: Pároco São Sebastião (Bezerros)9. Pe. Pedro Antônio Filho: Pároco Santo Amaro (Taquaritinga)10. Pe. José Isael Evaristo Torres: Pároco São Joaquim do Monte11. Pe. Sandro Sebastião F. da Silva: Pároco São Sebastião - Alto Bonito12. Pe. Adjaildo Soares de Jesus: Pároco Monte Carmelo (Caruaru)13. Pe. Ezequias João Dantas: Administrador Paroquial São Bento (Caruaru)14. Pe. Erasmo Deodato dos Santos: Administrador Área Pastoral Santo Agostinho (Santa Cruz do Capibaribe)15. Pe. Antônio Urbano dos Santos: Pároco S. Pedro e S. Paulo (Gravatá)16. Pe. José Fernando da Silva: Pároco N. S. de Guadalupe (Santa Rosa - Caruaru)17. Pe. Paulo Costa: Administrador Área P. Encruzilhada de São João (Bezerros)18. Pe. Emerson Mozart da Silva: Administrador A. P. Santa Terezinha (Caruaru)19. Pe. Heleno José Vieira: Vigário Paroquial A. P. Santa Terezinha (Caruaru)20. Pe. Edmilson José dos Santos: Vigário Paroquial em São José (Bezerros)21. Pe. José Ademilton F. da Silva (Pe. Pio): Doutorado em Roma22. Pe. Aluisio e Pe. Bruno (Canção Nova): Vigários Paroquiais em Gravatá23. Pe. Danilo (Diocese de Pesqueira): Vigário Paroquial N. S. de Fátima (Caruaru)Padres Novos:24. Pe. Edson Alves da Cunha: Administrador Área P. - N. S. das Graças (Cidade Jardim)25. Pe. Jerffeson Adelino Gomes: Vigário Paroquial Monte Carmelo (Caruaru)26. Pe. Paulo Jorge da Silva: Vigário Paroquial Área P. Alto do Moura (Caruaru)27. Pe. Vagner Caetano Pereira: Missionário na Diocese de Óbidos (PA)Estágio Diáconos (Ordenação: 12/01/2018)28. Hélder Torres da Silva: Colaborador São Miguel e B. J. dos Aflitos (S. Cruz do Cap.)29. Leonardo B. do Nascimento: Colaborador Gravatá do Ibiapina (Taquaritinga)30. Renan Sebastião da Silva: Colaborador Paróquia São José (Caruaru)31. Rivaldo Régis Barbosa: Colaborador Paróquia N. S. da Conceição (Toritama)32. José de Lima Araújo: Missionário na Diocese de Óbidos (Pará) Informações complementares Os padres Erandi e Adriano Davi do Seminário, além da formação dos seminaristas, se dedicam também à Pastoral Vocacional e à OVS e, por isso, tem acesso a todas as Paróquias e ajudam onde tiver necessidade. Os padres, não citados nesta comunicação, continuam nos mesmos serviços, paroquiais ou diocesanos, onde já estavam exercendo o ministério! As transferências acontecerão no mês de janeiro ou no começo de fevereiro A todos os Diocesanos quero lembrar o que o Papa Francisco disse recentemente (21.10.2017) por ocasião da audiência com a Direção e os Padres do Colégio Pio Brasileiro:"Queridos sacerdotes: o Povo de Deus gosta e precisa de ver que seus padres se amam e vivem como irmãos; isto é ainda mais verdadeiro pensando no Brasil e nos desafios tanto de âmbito religioso como no social... De fato, neste momento difícil da sua história nacional, em que tantas pessoas parecem ter perdido a esperança num futuro melhor por causa dos enormes problemas sociais e de uma escandalosa corrupção, o Brasil precisa que seus padres sejam um sinal de esperança. Os brasileiros precisam ver um clero unido, fraterno e solidário, em que os padres se unem para enfrentar juntos os obstáculos, sem ceder à tentação do protagonismo ou do carreirismo. Estejam atentos com isso! Tenham certeza de que o Brasil vai superar a sua crise, e confio que nisso vocês serão protagonistas... Contem sempre com uma ajuda particular: a ajuda da nossa Mãe do Céu, Nossa Senhora Aparecida! Queira a Virgem Maria, com o seu amparo e socorro, ajudá-los a viver a fraternidade presbiteral". Irmãos e irmãs: a missão é árdua, os desafios se multiplicam, mas a graça de Deus é maior: continuemos avançando para águas mais profundas! Todos podemos ser "um rio de água viva" que acolhe os que tem sede de Deus e do seu amor! Dom Bernardino MarchióBispo diocesano de Caruaru  

Nomeações e transferências 2017

  Caruaru, 28 de novembro de 2017 Ao Clero e ao Povo de Deus da Diocese de Caruaru Irmãos presbíteros e Diáconos...

24-11-2017 Paroquiais

Paróquia de Nossa Senhora das Graças - Gravatá - PE realiza missa de desagravo

Ontem por volta das 21h, vândalos atearam fogo em alguns pneus por trás da imagem de Nossa Senhora das Graças, que fic...

23-11-2017 Paroquiais

Festa de Nossa Senhora das Graças - Nova Caruaru

  Com o tema, Somos da Imaculada, tem início hoje e irá até o dia 26 de novembro, no bairro da Nova Caruaru, a Fes...

Notícias Mundo Católico

16-10-2017 Mundo Católico “No dia em que completa 153 anos, a cidade de Campina Grande (PB) recebe um belo presente do Papa: a nomeação de um novo Bispo. Dom Dulcênio vem para a Paraíba ficar à frente da Diocese que me acolheu muito bem, e que me deixou saudades quando da minha transferência para João Pessoa. Fiz uma grande família em Campina. E essa família, com as graças e bênçãos de Deus, vai acolher Dom Dulcênio com muito ardor, na certeza de um frutuoso trabalho episcopal. Venha, Dom Dulcênio, para essa terra que tão bem acolhe os seus pastores”, fala Dom Delson. Sobre Dom Dulcênio: Era, até então, Bispo de Palmeira dos Índios (AL). Atualmente com 59 anos de idade, é natural de Lagarto (SE). Licenciado em Filosofia pela Universidade Estadual do Ceará e em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (RJ). Foi ordenado sacerdote em 14/12/1985, em Lagarto. Cursou Especialização em Filosofia e Epistemologia da Psicologia, pela UVC Ceará, de 1997 a 1998. Dom Dulcênio foi nomeado bispo em 18/04/2001. A posse foi em 16/06/2001, em Estância (SE). Exerceu a função de Bispo Auxiliar de Aracaju (SE), de 2001 a 2006. Estava há 11 anos à frente da Diocese de Palmeira dos Índios. De: Eisenhower Almeida de Albuquerque.Assessor de Imprensa/Comunicação da Arquidiocese da Paraíba.

Dom Delson parabeniza Dom Dulcênio pela nomeação como Bispo de Campina Grande (PB)

O Arcebispo Metropolitano da Paraíba, Dom Manoel Delson, parabeniza Dom Dulcênio Fontes de Matos pela nomeação feita p...

16-10-2017 Mundo Católico Após agradecer ao diretor-geral da FAO, José Graziano da Silva, e demais autoridades, o Papa recordou, em seu discurso, que em 16 de outubro de 1945, os governos decidiram eliminar a fome no mundo através do desenvolvimento do setor agrícola, instituindo a FAO. Nessa época, havia uma grave insegurança alimentar e grandes deslocamentos da população, recordou o Pontífice, com milhões de pessoas procurando sobreviver à miséria e às adversidades causadas pela guerra. Ainda hoje, a realidade exige, segundo pontuou o Papa, maior responsabilidade para garantir a alimentação a todos. “A realidade atual exige uma maior responsabilidade em todos os níveis, não só para garantir a produção necessária ou a distribuição equitativa dos frutos da terra – isso deve ser dado por certo – mas sobretudo para garantir o direito de todo ser humano de alimentar-se segundo as próprias necessidades, participando das decisões que o afetam e na realização das próprias aspirações, sem ter que se separar de seus entes queridos”. Francisco ressaltou que, diante de tal objetivo, está em jogo a credibilidade de todo o sistema internacional. “Sabemos que a cooperação está cada vez mais condicionada por compromissos parciais, limitando inclusive a ajuda nas emergências. Também as mortes por causa da fome e o abandono da própria terra são notícias comuns, com o perigo da indiferença. Precisamos urgentemente encontrar novas maneiras de transformar as possibilidades que dispomos numa garantia que permita a cada pessoa encarar o futuro com confiança, e não apenas com alguma ilusão”. O Santo Padre mencionou ainda que o cenário das relações internacionais mostra uma capacidade crescente de responder às expectativas da família humana. E isso também com a contribuição da ciência e da tecnologia que, ao estudarem os problemas, propõem soluções adequadas. “No entanto, essas novas conquistas não conseguem eliminar a exclusão de grande parte da população mundial: quantos são vítimas de desnutrição, de guerras e mudanças climáticas! Quantos precisam de trabalho ou de bens necessários e são obrigados a abandonar suas terras, expondo-se a muitas e terríveis formas de exploração. Valorizar a tecnologia para o desenvolvimento é certamente um caminho a seguir, desde que sejam tomadas ações concretas para reduzir o número de pessoas que passam fome ou para controlar o fenômeno da migração forçada”. Segundo o Papa, é preciso ir à raiz do problema para enfrentar a relação entre fome e migração. Nesse sentido, ele disse que os estudos realizados pela ONU, como aqueles feitos por outras organizações da sociedade civil, apontam para dois obstáculos a serem superados: conflitos e mudanças climáticas. “Como os conflitos podem ser superados? O direito internacional nos indica os meios para preveni-los ou resolvê-los rapidamente, evitando que se prolonguem e produzam fome e destruição do tecido social. Pensemos nas populações martirizadas por guerras que duram décadas e que poderiam ter sido evitadas, propagando efeitos desastrosos e cruéis como a insegurança alimentar e o deslocamento forçado de pessoas”. O Santo Padre voltou a defender a necessidade de diálogo e de boa vontade para frear os conflitos e um compromisso total contra o desarmamento gradual e sistemático, conforme previsto pela ONU. “Do que adianta denunciar que por causa dos conflitos milhões de pessoas são vítimas da fome e da desnutrição, se não agimos de forma eficaz em favor da paz e do desarmamento?”, questionou.

No Dia Mundial da Alimentação, Papa visita sede da FAO em Roma

Nesta segunda-feira, 16, Dia Mundial da Alimentação, o Papa Francisco visitou a sede do Fundo das Nações Unidas para A...

16-10-2017 Mundo Católico Na parábola, porém, nunca se fala da noiva, mas de muitos convidados, desejados e esperados: são eles que trazem o vestido nupcial. Tais convidados somos nós, todos nós, porque o Senhor deseja «celebrar as bodas» com cada um de nós. As núpcias inauguram uma comunhão total de vida: é o que Deus deseja ter com cada um de nós. Por isso o nosso relacionamento com Ele não se pode limitar ao dos devotados súbditos com o rei, ao dos servos fiéis com o patrão ou ao dos alunos diligentes com o mestre, mas é, antes de tudo, o relacionamento da noiva amada com o noivo. Por outras palavras, o Senhor deseja-nos, procura-nos e convida-nos, e não se contenta com o nosso bom cumprimento dos deveres e a observância das suas leis, mas quer uma verdadeira e própria comunhão de vida connosco, uma relação feita de diálogo, confiança e perdão. Esta é a vida cristã, uma história de amor com Deus, na qual quem toma gratuitamente a iniciativa é o Senhor e nenhum de nós pode gloriar-se de ter a exclusividade do convite: ninguém é privilegiado relativamente aos outros, mas cada um é privilegiado diante de Deus. Deste amor gratuito, terno e privilegiado, nasce e renasce incessantemente a vida cristã. Podemos interrogar-nos se, ao menos uma vez por dia, confessamos ao Senhor o amor que Lhe temos; se, entre tantas palavras de cada dia, nos lembramos de Lhe dizer: «Amo-Vos, Senhor. Vós sois a minha vida». Com efeito, se se perde de vista o amor, a vida cristã torna-se estéril, torna-se um corpo sem alma, uma moral impossível, um conjunto de princípios e leis a respeitar sem um porquê. Ao contrário, o Deus da vida espera uma resposta de vida, o Senhor do amor espera uma resposta de amor. No livro do Apocalipse Ele, dirigindo-Se a uma das Igrejas, faz-lhe concretamente esta censura: «Abandonaste o teu primitivo amor» (2, 4). Aqui está o perigo: uma vida cristã rotineira, onde nos contentamos com a «normalidade», sem zelo nem entusiasmo e com a memória curta. Em vez disso, reavivemos a memória do primitivo amor: somos os amados, os convidados para as núpcias, e a nossa vida é um dom, sendo-nos dada em cada dia a magnífica oportunidade de responder ao convite. Mas o Evangelho adverte-nos: o convite pode ser recusado. Muitos convidados disseram que não, porque estavam presos aos próprios interesses: «eles, sem se importarem – diz o texto –, foram um para o seu campo, outro para o seu negócio» (Mt 22, 5). Uma palavra reaparece: seu; é a chave para entender o motivo da recusa. De facto, os convidados não pensavam que as núpcias fossem tristes ou chatas, mas simplesmente «não se importaram»: viviam distraídos com os seus interesses, preferiam ter qualquer coisa em vez de se comprometer, como o amor exige. Vemos aqui como se afasta do amor, não por malvadez, mas porque se prefere o seu: as seguranças, a autoafirmação, as comodidades… Então reclinamo-nos nas poltronas dos lucros, dos prazeres, de qualquer passatempo que nos faça estar um pouco alegres. Mas deste modo envelhece-se depressa e mal, porque se envelhece dentro: quando o coração não se dilata, fecha-se, envelhece. E quando tudo fica dependente do próprio eu – daquilo com que concordo, daquilo que me serve, daquilo que pretendo –, tornamo-nos rígidos e maus, reagimos maltratando por nada, como os convidados do Evangelho que chegam ao ponto de insultar e até matar (cf. v. 6) aqueles que levaram o convite, apenas porque os incomodavam. Assim, o Evangelho pergunta-nos de que parte estamos: da parte do próprio eu ou da parte de Deus? Pois Deus é o oposto do egoísmo, da autorreferencialidade. Como nos diz o Evangelho, perante as contínuas recusas, os fechamentos em relação aos seus convites, Ele prossegue, não adia a festa. Não se resigna, mas continua a convidar. Vendo os «nãos», não fecha a porta, mas inclui ainda mais. Às injustiças sofridas, Deus responde com um amor maior. Nós muitas vezes, quando somos feridos por injustiças e recusas, incubamos ressentimento e rancor. Ao contrário Deus, ao mesmo tempo que sofre com os nossos «nãos», continua a relançar, prossegue na preparação do bem mesmo para quem faz o mal. Porque assim é o amor, faz o amor; porque só assim se vence o mal. Hoje, este Deus que não perde jamais a esperança, compromete-nos a fazer como Ele, a viver segundo o amor verdadeiro, a superar a resignação e os caprichos de nosso «eu» suscetível e preguiçoso. Há um último aspeto que o Evangelho destaca: o vestido dos convidados, que é indispensável. Com efeito, não basta responder uma vez ao convite, dizer «sim» e… chega! Mas é preciso vestir o costume próprio, é preciso o hábito do amor vivido cada dia. Porque não se pode dizer «Senhor, Senhor», sem viver e praticar a vontade de Deus (cf. Mt 7, 21). Precisamos de nos revestir cada dia do seu amor, de renovar cada dia a opção de Deus. Os Santos canonizados hoje, sobretudo os numerosos Mártires, indicam-nos esta estrada. Eles não disseram «sim» ao amor com palavras e por um certo tempo, mas com a vida e até ao fim. O seu hábito diário foi o amor de Jesus, aquele amor louco que nos amou até ao fim, que deixou o seu perdão e as suas vestes a quem O crucificava. Também nós recebemos no Batismo a veste branca, o vestido nupcial para Deus. Peçamos a Ele, pela intercessão destes nossos irmãos e irmãs santos, a graça de optar por trazer cada dia esta veste e de a manter branca. Como consegui-lo? Antes de mais nada, indo sem medo receber o perdão do Senhor: é o passo decisivo para entrar na sala das núpcias e celebrar a festa do amor com Ele. Fonte: CNBB  

Papa Francisco canonizou 30 brasileiros neste domingo

  Em cerimônia presidida pelo Papa Francisco na manhã deste domingo, 15 de outubro, na Praça São Pedro, foram cano...

15-10-2017 Mundo Católico Após ser cantado o Veni Creator, o Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, acompanhado pelos Postuladores das Causas, dirigiu-se até o Santo Padre pedindo para que se procedesse à canonização dos Beatos, com a leitura de seus nomes. A seguir, foi lida uma breve biografia dos novos Santos e entoada a Ladainha de todos os Santos, pedindo que por meio da Virgem Maria e de todos os Santos seja sustentado o ato que está para ser cumprido. Por fim, o Santo Padre leu a fórmula de canonização. Homilia Se se perde o amor de vista, “a vida cristã torna-se estéril, torna-se um corpo sem alma, uma moral impossível, um conjunto de princípios e leis a serem respeitadas sem um porquê”. Inspirando-se no Evangelho de Mateus proposto pela Liturgia do dia, o Papa recorda em sua homilia que ”o Reino de Deus é comparável a uma Festa de Núpcias”. Nós, “somos os amados, os convidados” para estas núpcias, mas “o convite pode ser recusado”. Neste sentido, somos chamados a “renovar a cada dia a opção de Deus”, vivendo segundo o amor verdadeiro, superando a resignação e os caprichos de nosso eu”. Nós somos os convidados Francisco inicia sua reflexão explicando que o protagonista da festa de núpcias “é o filho do rei, o noivo, no qual facilmente se vislumbra Jesus”. Mas na parábola, não se fala da noiva, “mas de muitos convidados, desejados e esperados: são aqueles que trazem as vestes nupciais: “Tais convidados somos nós, todos nós, porque o Senhor deseja «celebrar as bodas» com cada um de nós. As núpcias inauguram uma comunhão total de vida: é o que Deus deseja ter com cada um de nós. Por isso o nosso relacionamento com Ele não se pode limitar ao dos devotados súditos com o rei, ao dos servos fiéis com o patrão ou ao dos alunos diligentes com o mestre, mas é, antes de tudo, o relacionamento da noiva amada com o noivo”. Vida cristã é uma história de amor com Deus Em outras palavras – explica Francisco – o Senhor “não se contenta com o nosso bom cumprimento dos deveres e a observância de suas leis, mas quer uma verdadeira comunhão de vida conosco, uma relação feita de diálogo, confiança e amor”: “Esta é a vida cristã, uma história de amor com Deus, na qual quem toma gratuitamente a iniciativa é o Senhor e nenhum de nós pode gloriar-se de ter a exclusividade do convite: ninguém é privilegiado relativamente aos outros, mas cada um é privilegiado diante de Deus. Deste amor gratuito, terno e privilegiado, nasce e renasce incessantemente a vida cristã”. Francisco pergunta porém, se em nosso dia-a-dia nos recordamos de dizer “ao menos uma vez”, “Senhor, vos amo. Vós sois a minha vida”: “Com efeito, se se perde de vista o amor, a vida cristã torna-se estéril, torna-se um corpo sem alma, uma moral impossível, um conjunto de princípios e leis a respeitar sem um porquê. Ao contrário, o Deus da vida espera uma resposta de vida, o Senhor do amor espera uma resposta de amor”. Reavivar a memória do primeiro amor O Papa alerta para o perigo “de uma vida cristã rotineira, onde nos contentamos com a «normalidade», sem zelo nem entusiasmo e com a memória curta”. Neste sentido, somos chamados a reavivar a memória do primeiro amor: “somos os amados, os convidados para as núpcias, e a nossa vida é um dom, sendo-nos dada em cada dia a magnífica oportunidade de responder ao convite”. A recusa do convite Mas este convite pode ser recusado. O Evangelho – observa o Papa – relata que muitos convidados disseram não, pois “estavam presos aos próprios interesses”, “ao seu campo, ao seu negócio”. A palavra “seu” – frisa Francisco – “é a chave para entender o motivo da recusa”. Nos afastamos do amor, “não por malvadez”, mas porque se prefere “as seguranças, a autoafirmação, as comodidades”: “Então reclinamo-nos nas poltronas dos lucros, dos prazeres, de qualquer passatempo que nos faça estar um pouco alegres. Mas deste modo envelhece-se depressa e mal, porque se envelhece dentro: quando o coração não se dilata, fecha-se. E quando tudo fica dependente do próprio eu – daquilo com que concordo, daquilo que me serve, daquilo que pretendo –, tornamo-nos rígidos e maus, reagimos maltratando por nada, como os convidados do Evangelho que chegam ao ponto de insultar e até matar aqueles que levaram o convite, apenas porque os incomodavam”. Deus é o oposto do egoísmo “Deus é o oposto do egoísmo, da autorreferencialidade”, pois diante de nossas contínuas recusas e fechamentos, “não adia a festa. Não se resigna, mas continua a convidar”: “Vendo os «nãos», não fecha a porta, mas inclui ainda mais. Às injustiças sofridas, Deus responde com um amor maior. Nós muitas vezes, quando somos feridos por injustiças e recusas, incubamos ressentimento e rancor. Ao contrário Deus, ao mesmo tempo que sofre com os nossos «nãos», continua a relançar, prossegue na preparação do bem mesmo para quem faz o mal. Porque assim faz o amor; porque só assim se vence o mal”. Hoje – portanto – “este Deus que não perde jamais a esperança, nos compromete a fazer como ele, a viver segundo o amor verdadeiro, a superar a resignação e os caprichos de nosso “eu” suscetível e preguiçoso". As vestes dos convidados O Papa destaca então, um último aspecto do Evangelho do dia: “as vestes dos convidados, que são indispensáveis”. Ou seja, não basta responder ao convite dizendo sim e basta, “mas é preciso vestir” “o hábito do amor vivido cada dia”, porque “não se pode dizer “Senhor, Senhor”, sem viver e praticar a vontade de Deus. Precisamos nos revestir a cada dia do seu amor, de renovar a cada dia a opção de Deus”: “Os Santos canonizados hoje, sobretudo os numerosos Mártires, indicam-nos esta estrada. Eles não disseram «sim» ao amor com palavras e por um certo tempo, mas com a vida e até ao fim. O seu hábito diário foi o amor de Jesus, aquele amor louco que nos amou até ao fim, que deixou o seu perdão e as suas vestes a quem O crucificava. Também nós recebemos no Batismo a veste branca, o vestido nupcial para Deus.” Perdão do Senhor, passo decisivo para entrar na sala das núpcias Que “peçamos a Ele, pela intercessão destes nossos irmãos e irmãs santos, a graça de optar por trazer cada dia esta veste e de a manter branca”, o que é possível, “antes de mais nada, indo sem medo receber o perdão do Senhor, o passo decisivo para entrar na sala das núpcias e celebrar a festa do amor com Ele”. (JE) (from Vatican Radio)

O Brasil tem 30 novos Santos: Papa canoniza mártires de Cunhaú e Uruaçu

A Igreja tem 35 novos Santos, e entre eles, 30 brasileiros. Em cerimônia presidida pelo Papa Francisco na manhã deste ...

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  • 12 Dez 2017 : Nossa Senhora de Guadalupe

    12 Dez 2017 : Nossa Senhora de Guadalupe O grande milagre de Nossa Senhora de Guadalupe é a sua própria imagem. O tecido, feito de cacto já existe há mais de quatro séculos e meioNum sábado, no ano de 1531, a Virgem Santíssima apareceu a um indígena que, de seu lugarejo,[…]

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